Matemática em símbolos

Três narrativas sobre a importância da matemática.

Matemática em símbolos

 

   Hoje de manhã olhei pela janela e o sol estava ˃ que as nuvens. Tinha colocado 1 bisc8 em cima da mesa e, de repente, 1 pássaro πroso tirou-mo. E de seguida, eu respondi:

-Ei! Esse bisc8 ϵ-me.

-є nada! E aliás, estou cheio de fome.

-Não sabia. Oh, para mim é =.

 Tinha decidido ir navegar com o meu irmão + a minha mãe e + o meu pai. Quando o barco arrancou, eu disse:

- Uau! Este barco está cheio de 35.

 Com a minha maravilhosa frase o comandante ficou com uma  tão feliz! Até me ofereceu um chocolate e disse:

- Tenho de o : com o meu irmão.

:-o e ele ficou 100% contente.

Aquele dia não podia ter corrido melhor, parecia . Foi dos outros e 10x melhor que o anterior. Depois, fui dormir. No dia seguinte tinha de contar aos meus amigos + ao resto da minha família o meu dia.

Mariana Bizarro – 6.º ano

 

 

Matemática em símbolos

 

Certo dia, a Maria que tinha 7 anos, a caminho da escola tropeçou na   da  árvore do jardim e caiu.

Preocupados os amigos perguntaram:

- Maria, hoje estás ! Tens a cabeça no .

- Eu estou  , mas estou a pensar seguir um caminho , pois nesta semana já caí muitas X.

Maria foi acompanhada para  da enfermaria, que é uma das  que à escola, onde teve de ficar  da manhã.  ao final do dia, estava + animada porque  ͻ um grande  grupo de amigos.

Juntamente com os seus s amigos,  e , foram para casa fazer o trabalho de casa sobre o .

João Pedro – 6.º ano

 

Uma viagem ao Planeta sem Matemática


  Certa manhã, acordei e fui tomar o pequeno-almoço, mas reparei logo que a minha cama estava diferente, as mesas também, as paredes também… Foi então que percebi que não era a minha casa.

  Como a casa não tinha relógio, fui à rua e perguntei a um senhor:

- Que horas são?

- Eu não sei o que são horas – respondeu-me.

De seguida, perguntei a outra pessoa:

- Qual é o número da rua em que estou?

- Estás na rua número nenhum!

- Não existe nenhuma rua com um número assim! – respondi.

  Entretanto, senti fome e fui ao Mcdonalds comer uma share box. Quando terminei, perguntei quanto tinha de pagar e conversei com a senhora que lá estava:

- Para pagares tens de ajudar a cozinhar.

- Porquê?

- Porque não há outra forma de pagamento.

- Então não sabem pagar e contar dinheiro?

- Contar??? Dinheiro???

  Fiquei aflito! Parecia que ali ninguém sabia nada de números, de matemática… Como conseguiam viver assim? Como é que recebiam o salário e pagavam as contas?

  E como é que voltava para casa se não sabia a que horas é que saía o foguetão? Alto!!! Ninguém conseguiria construir um foguetão ali!!! Não tinha outra saída, tinha mesmo de ensinar matemática naquele planeta.

  Quando ia a caminho da escola encontrei um rio sem ponte. Afinal, também era preciso saber matemática para construir pontes!!! No momento em que estava a juntar pedras para tentar construir uma passagem para o outro lado do rio ouvi a minha mãe a chamar-me. Uf! Apercebi-me que tudo não tinha passado de um sonho. Mas fiquei com a certeza de que a matemática é muito importante no nosso dia-a-dia.

Afonso Moreira – 5.º ano